terça-feira, 28 de outubro de 2008

Em Raul Soares era difícil saber o que era mais interessante: se era o que acontecia no circo ou as loucuras que aconteciam fora do espetáculo:

Um causo acontecido na década de sessenta e os envolvidos estão quase todos vivos:
_Ele estava mais decidido do que nunca e preferiu - achando melhor - não falar nada prá ninguém: levava uma bicicleta e uma garota de menor, uma caixa de ferramentas, vestia calça azul, camisa verde e calçava botas de couro marrom e, a garotinha bonita por demais usava um micro-short desfiado nas pontas que foi cortado de uma calça jeans e, os restantes, esqueceram de prestar a atenção... Foi dito pelos poucos que chegaram a prestar a atenção no mais novo casal caírem no capinado... (foto ao lado da mulher que foi trocada pela trapezista do circo. A trapezista voadora que adorava aparecer )
Disseram que parecia que o casal estava partindo para nunca mais voltar. Não sei por que o novo casal não teve o desprazer de contar uma desgraça desse tamanhão para a sua esposa - uma recém casada com menos de oito meses de gravidez...! Os vizinhos preocupados nunca viram uma mulher ficar andando de bicicleta grávida quase na hora de ganhar... Diz ela que se for homem terá o nome do pai porque tinha sido combinado. O padre falou para o delegado que estava achando que a Janaina ficou meio descompensada, e, na confissão, a infeliz da vida mais chorou do que falou.
Na boca maldita de alguns vizinhos - a também bonitona tem certeza que o marido lhe abandonou de vez porque ele estava cada vez mais estranho e frio. Ela tinha quase certeza que foi depois da gravidez. Teve um dia que ele bebeu demais e disse que ela estava gordinha, e, que por qualquer motivo ficava deixando um copo quebrar na pia. O certo é que até agora ela não sabe direito para quê fugir com a "tal mocinha do circo" que andava no trapézio e que não tem nenhuma experiência de mais nada - ela queria mesmo ver será na hora de lavar as cuecas dele e aguentar as suas manias e ainda ele dizer que um tapinha não dói. Ele está crente que vai ficar bonito demais e fortão para o resto da vida.
Falando igual uma lavadeira em dia de chuva disse também que agora tudo está mais claro - todos os dias que o circo esteve na cidade o marido não perdeu nenhum dos espetáculos. Todas as noites saia todo cheiroso e sempre olhando no espelho e penteando o cabelo e, quase tudo era motivo para ficar assoviando. E chegou a falar o nome dela no sonho: ele disse prá despistar que era o nome de uma antiga colega de escola que tinha sido sua namoradinha e que não tinha passado de um namorico bobo.
Parece que ela está bastante decidida e disse para a sua mãe e para a sua madrinha que agora não lhe interessa mais nada: se ela fugiu com ele montada na garupa ou fugiu com o seu ex-marido montada no quadro - para aquele papa anjo ficar assoprando na nuca dela e ela toda arrepiada da cabeça aos pés e, eu tenho certeza, ela não vai resistir e vai acabar virando prá trás só prá ser beijada e mais um montão de outras coisas. Eu já assisti esse filme. Uma dó não perder a direção e caírem na ribanceira. Se ela pegar os três vai acabar com todos. A culpa só pode ter sido da bicicleta mais bonita de todas. A desenvergonhada do trapézio apaixonou parecendo (talvez) ser uma carência paterna, disse outro dia um psicólogo na Rádio Aparecida, num caso mais ou menos parecido.
Agora todos os dias e às vezes até de noite quando o sono não chega, ou o danado do sono some a esposa não sai mais da janela esperando o marido voltar: sozinho e Deus, e a bicicleta.
Mais de seis meses já se passaram... Em compensação já tem alguém interessante de olho nela e ela não tem olhos prá ninguém pelo menos por enquanto. Seriam eles os candidatos mais fortes: o viúvo que mora na esquina ou aquele bonitão da rua de cima que é professor de matemática e literatura.
Se dependesse da mãe dela e da madrinha e do padre.
Corre o risco de quando o maridão resolver voltar - seja muito tarde - e acabar encontrando um outro na cama que tinha sido dele. Aquela mesma cama que todas às noites ela fazia questão de trocar o lençol e as fronhas e sem contar um montão de outras coisas bonitas que não consegue esquecer.

domingo, 26 de outubro de 2008

Pesquisa: francesas preferem combater o estresse da semana com jogos eletrônicos - que procurar por namorados e namoradas. E as raul-soarenses?

Foi-se o tempo em que videogame era sinônimo de um bando de meninos diante de um computador. Na França, uma pesquisa divulgada no princípio de outubro mostra que chegou o tempo das jovens garotas recém-formadas ocuparem desesperadamente o mercado de trabalho, cada vez mais disputado e, que na hora de espantarem o estresse da semana, elas optam primeiro pelos jogos eletrônicos antes mesmo da busca desesperada por namorados. Será que os famosos jovens franceses estão deixando de ser interessantes e ficaram para o segundo ou terceiro plano?
Os jogos preferidos são os de reflexão e treinamento cerebral e os de realidade virtual, como o Sims, praticados em rede, via internet. Não deixou de ser uma surpresa para os rapazes que já estavam desconfiados. E as raul-soarenses que moram em Paris confirmam...
Jogar na internet é a opção de 11% delas, à frente das saídas noturnas (8%), das compras (6%), do sexo (6%) e da televisão (5%). A atração eletrônica só perde diante das leituras (13%), da navegação na internet (13%) e das conversas com as amigas (18%).
O estudo mostrou que não apenas 75% das francesas jogam algum tipo de videogame, mas que elas recorrem aos consoles para se divertir por mais tempo do que os homens − isso porque seriam mais persistentes para alcançar o objetivo do jogo. Até pouco tempo essa prática era exclusiva dos homens
A pesquisa realizada pela consultoria britânica RedShift Research a pedido do site de games online Zylom, concluiu que metade das apreciadoras de jogos eletrônicos passa ao menos 3 horas por semana diante da telinha, e um quarto delas alarga esse tempo para até 5 horas. E na pesquisa os namorados ficaram em segundo lugar.
Em compensação no nosso Brasil se fizesse a mesma pesquisa seria tudo mais ou menos ao contrário.

sábado, 25 de outubro de 2008

Menos pobres no Brasil. Em Raul Soares e São Pedro dos Ferros - por falta de empregos - não está acompanhando às conquistas de muitas outras cidades.

Esperemos que essa crise econômica que está espalhando para o mundo todo, não chegue por aqui no nosso Brasil de maneira que possa atrapalhar as nossas conquistas, que, ao mesmo tempo, estavam sendo muito boas - para serem verdades.
Os principais analistas estão descartando que não haja algumas mudanças, mas, o nosso Brasilzão de nosso Deus está numa situação bem melhor comparado com vários outros países. E por aqui - como o nosso País está numa situação bem melhor que nos governos anteriores -os efeitos negativos serão bem menores. Ainda bem...
Então vamos para os resultados favoráveis:
O aumento do número de carteiras assinadas fez a pobreza diminuir no Brasil nos últimos quatro anos, segundo a Fundação Getúlio Vargas. A pesquisa mostra também que a renda do trabalhador vem aumentando, mas ainda é preciso investir em educação e qualificação profissional. A mesma pesquisa divulgada pela Fundação mostra que essa é a história de cada vez mais trabalhadores: famílias estão deixando a linha da pobreza, não apenas pela ajuda de programas sociais, mas também por conseguirem trabalho com carteira assinada. Só nos primeiros seis meses de 2008, surgiram no Brasil 1,3 milhão de novas vagas.
O estudo, com base em dados divulgados pelo IBGE e pelo ministério do Trabalho, mostra que a pobreza diminuiu 13,5% nos últimos 12 meses. É a maior queda desde 2004.
A renda familiar média do brasileiro aumentou de R$ 1.568 em abril de 2004 para R$ 1.956, em 2008 – um crescimento de quase 25%. A inflação no período também foi grande: em torno de 23%, segundo o IBGE. O número de famílias, com renda mensal entre quatro e cinco salários mínimos aumentou 22% entre 2004 e 2008.
Segundo a Fundação Getúlio Vargas, ainda existem no Brasil 36 milhões de pobres, e uma boa parte deles, estão morando em Raul e em São Pedro dos Ferros.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Os leitores na sua maioria - estão preferindo cada vez mais o jornalismo das notícias e das informações rápidas: sobre coisas e gente e banalidades.

O Prêmio Nobel de Literatura o colombiano Gabriel García Márquez falou de seu amor pelo jornalismo em um seminário dedicado ao tema: "Como jornalista, a gente sofre com o texto ou desfruta dele. Com a manipulação que se faz das notícias, temos a satisfação quando achamos uma jóia, mas sofremos como cachorros quando vemos a forma com que se maltrata as palavras e as idéias", afirmou Garcia Márquez, 81 anos. "Eu escrevo para não ter que falar", explicou.
Mas também criticou o que chamou de "novo jornalismo", no qual o profissional conta com pouco tempo para elaborar seus textos.
"Isso me aborrece. Quando se tem tanta pressa, não há tempo para pensar. No jornalismo, a pessoa tem que saber que não há tempo para pensar muito ou aperfeiçoar o texto, e isso vai fazê-la sofrer. E, como os jornalistas sofriam muito, a gente saía para encher a cara todos os dias", brincou.
Não deixou também de comentar sobre o jornalismo que mais faz sucesso no momento - e os leitores na sua maioria - estão preferindo cada vez mais: o jornalismo das notícias e das informações rápidas, sobre coisas e gente e banalidades, e, quanto mais, mais... E os donos da imprensa são obrigados para sobreviverem colocarem de tudo em seus jornais para não morrem de fome. E assim caminha a humanidade.
Para evitar as correrias do jornalismo moderno, o autor de Cem Anos de Solidão, O amor no tempo do cólera e outras obras primas deu uma solução: "Com certeza que o melhor mesmo é escrever um livro. Com um livro, levei dez anos; se não gostava, voltava atrás e escrevia tudo de novo", comentou. E mesmo assim, e como sempre, gostaria de mudar algumas coisas... Imaginemos no jornalismo que é tudo imediato. Encerrou.

domingo, 19 de outubro de 2008

Há duas semanas fora da clínica de reabilitação, o ex-jogador Walter Casagrande Júnior, que passou um ano internado lutando contra a dependência:

O ex craque de futebol do Corinthians
e da Seleção e, comentarista de esporte da Tv Globo participou do programa "Altas Horas", que foi ao ar na madrugada de sábado para domingo. Em entrevista ao apresentador Serginho Groisman, ele contou o drama que viveu e agradeceu muito o apoio da família, que o ajudou na recuperação. - Ele disse que procurava a droga por frustração e melancolia e elas só lhe traziam mais frustração e mais melancolia. Casagrande contou que iniciou a sua recuperação graças a um acidente de carro no dia 22 de setembro do ano passado. - "Tive um grave acidente de carro, fiquei três dias em coma e, quando acordei, já estava internado na clínica de reabilitação, de onde tive alta há duas semanas - relembra. Os efeitos da dependência, segundo o comentarista, não acontecem apenas quando o viciado sai de casa, mas qualquer coisa pode levá-lo ao erro". Ele deu um exemplo pessoal em que até um filme lhe levou a usar drogas.
- Perdeu o controle da minha vida por causa das drogas. Perdeu o contato com a minha família. Antes, achava que estava tudo bem, mas isso não era verdade. Na sua cabeça, ele não tinha doença, mas a dependência química é uma doença do dia-a-dia, uma doença crônica, incurável e fatal. Não basta deixar de sair à noite para evitar recaídas. Teve uma quando estava assistindo ao filme do Ray Charles. Durante o filme, ele injeta droga. Eu viu e teve a recaída.
Pior lembrança:
Casagrande também revelou a sua pior lembrança quando teve overdose diante do seu filho de apenas 12 anos. Ao todo, ele teve que ser internado quatro vezes por conta de overdoses, mas a última foi justamente a mais marcante. - Estava me preparando para ir jantar como o meu filho e ele me disse que ia tomar banho. Fui no banheiro e injetei, só que a quantidade era muito grande e tive overdose. Caí no chão e meu filho, de 12 anos ficou gritando tentando abrir a porta do banheiro, mas, como eu estava caído, ele não conseguia abrir. Até ouvia a voz dele, mas não conseguia me mexer. Fiquei frustrado. Essa é minha pior lembrança - revela.
A sua recuperação fez também com que mudasse de idéia sobre a descriminalização das drogas no Brasil. - Já fui a favor da descriminalização das drogas, mas não sou mais. Ela não vai ser socialmente saudável para o país. O governo tem que ter outras preocupações como saúde e educação, por exemplo. Casagrande ainda recebeu o apoio da atriz Malu Mader, que também participou do "Altas Horas", e teve a música "É uma partida de futebol" dedicada a ele por Samuel Rosa, vocalista do Skank, enquanto seus gols passavam no telão do programa.


sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Quando alguém quer rotular uma pessoa que bebe demais para ficar bonito e se achar um conquistador e mais alguma coisa mais ou menos diferente:

Depois de uns copos de cerveja ou de cachaça ou de Ron Montilla ou sei lá mais o quê - as pessoas realmente começam a achar os outros mais bonitos, segundo um estudo feito por cientistas da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, e publicado na revista New Scientist.
O Departamento de Psicologia Experimental conduziu uma experiência com 84 alunos heterossexuais, pedindo que eles consumissem uma bebida não-alcoólica com sabor de limão ou uma bebida alcoólica com um sabor semelhante. A quantidade de álcool variava de acordo com o indivíduo, mas foi calculada para ter o efeito que um copo de 250 ml de vinho teria em uma pessoa de 70 kg - ou seja, o suficiente para deixar parte dos alunos levemente embriagados.
Quinze minutos depois, os pesquisadores mostraram fotografias aos participantes de pessoas da sua idade, de ambos os sexos. Tanto os homens como as mulheres que haviam consumido álcool avaliaram as pessoas retratadas como mais atraentes do que os participantes do grupo de controle (que tinham tomado a bebida sem álcool). No início fica bonitinho, mas em compensação quando passa do limite fica feio igual filhote de cruz em credo. E na ressaca então fica parecendo que morreu e foi esquecido de enterrar...
Um outro estudo citado pela revista, realizado na Universidade de Yale, indica que as pessoas também tendem a assumir comportamentos sexuais mais arriscados depois de beber, o que poderia ser explicado pelo fato de o álcool baixar as inibições das pessoas "por meio de um efeito direto no cérebro ou ao oferecer uma desculpa conveniente para esse tipo de comportamento".
Está mais do que explicado porque alguns raul-soarenses têm fama de gostarem de beber muito. Você sabia que o apelido de pudim de cachaça surgiu em Raul Soares, e espalhou para todo o Brasil?.. Quando alguém quer rotular uma pessoa que bebe demais para ficar bonito e mexer com a filha dos outros e mulher casada e beijar na boca de travesti - chama-lhe na maior altura: oh! Pudim de cachaça, bonitão, bom de cama. E o pior é que muitos acreditam e não param de beber nunca.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

16 de outubro dia de Santa Edwiges. A Santa é a protetora dos raul-soarenses pobres e dos endividados que a cada dia aumenta mais.

Você sabia que antigamente em Raul Soares, uma pessoa considerada ruim para pagar as suas contas, era presa. Era uma tática que os delegados usavam para envolver a família do preso, que ficaria com vergonha, e acabava pagando. Naturalmente como o dinheiro naquela época era muito difícil a família do preso não tinha outra alternativa: vendia o que tinha dentro de casa por um preço muito mais barato para livrar do xadrez o parente. E, quando o preso não podia contar com a boa vontade dos parentes, acabava ficando por muito tempo vendo o sol nascer quadrado. ( E vejamos: naquela época não existia caloteiros pilantras como agora).
Foi ai que apareceu por aqui a devoção da Santa Edwiges, que se tornou a Santinha predileta por dar muita força para os coitadinhos honestos, que naquele momento, não tinha condições de pagar... Santa Edwiges é a padroeira dos pobres e endividados. Ela nasceu na Bavária, Alemanha no ano de 1174. Aos 12 anos casou-se com o duque da Silésia, Henrique I. Foi mãe de seis filhos. Dedicou-se inteiramente ao serviço dos necessitados: protegia os órfãos e as viúvas, visitava hospitais, amparava a juventude carente, educando-a e instruindo-a na fé cristã, cuidando dos leprosos... E, principalmente, era muito gente boa e caridosa e não media esforços para ajudar os necessitados. Por isso mesmo no dia 16 de outubro - quem não está conseguindo pagar os seus credores - sempre vai acender umas velas e pedir socorro.
_Antigamente tudo era muito pior - quando mesmo existindo às leis federais e, mesmo assim, os coronéis e os delegados e os chefes políticos que, acabavam fazendo as suas próprias leis de acordo com os interesses políticos... Quando então era adversário e não arcava com os seus compromissos era preso e, muito das vezes, apanhava um coro dos bons para não esquecer nunca mais, e, como se já não bastasse o coitado era condenado a não botar os pés por aqui nunca mais.
Hoje está tudo muito mais fácil: o máximo que pode acontecer com quem não paga nem fogo na roupa é perder o crédito, ou às vezes, ter que parar no fórum e ser obrigado a pagar por prestações a perder de vista. Mas mesmo assim os raul-soarenses honestos e que está enfrentando uma fase difícil com algumas dívidas, pode recorrer a Santa Edwiges que ela ajuda - desde que você devedor - também, faça a sua parte não deixando de pagar para recuperar o crédito.
Viva a Santa Edwiges...


domingo, 12 de outubro de 2008

Quem está no poder governa de acordo com os interesses. Assim foi e assim sempre será. Depois dessa reeleição, muitos governantes,talvez, serão contra

Depois que reeiventaram a reeleição, nesse terceiro pleito em que é possível tentar um segundo mandato, o número de políticos que se mantêm no cargo é de 67%. O aumento reflete os bons resultados da economia nos últimos anos, que permitiram mais dinheiro nos caixas das prefeituras. O número de prefeitos reeleitos no último domingo em todo o país foi o maior desde as eleições municipais do ano 2000, as primeiras em que prefeitos tiveram o direito de disputar um segundo mandato.
O aumento das reeleições confirma previsões dos políticos, que esperavam esse resultado por causa das melhores condições fiscais em que as prefeituras se encontram. Mais dinheiro em caixa é um fator que favorece os candidatos a reeleição. O número de reeleitos ainda pode aumentar no segundo turno, que está sendo disputado em 11 capitais e 17 cidades com mais de 200 mil habitantes. Foram 20 os prefeitos de capital que disputaram reeleições este ano. No primeiro turno, 13 se reelegeram. Os outros sete disputam o segundo turno.
Sabemos que para ganhar qualquer eleição depende de vários fatores, mas, o fator econômico conta muito e na reeleição com a máquina a serviço colabora bastante para fazer a diferença. A administração não pode parar e, os adversários, cada vez mais limitados pela justiça - ficam meio nas desvantagens. Por isso mesmo que a oposição fará de tudo para acabar com a reeleição. O próprio partido PSDB reinventou a reeleição a seu serviço - para beneficiar o ex. presidente Fernando Henrique - agora, o partido está sendo obrigado, juntamente com outros partidos de oposição, tratarem de fazer de tudo para mudarem às regras...
Será que vai dar certo? Quem sabe um mandato de cinco anos como gostaria o Presidente Lula. Como o presidente e os governadores e a maioria dos prefeitos não poderão mais ser reeleitos, talvez, quem sabe... Política no Brasil não é nada fácil: um grande jogo de interesse pelo mandato de 5 anos, a partir de agora, corre o risco de funcionar.
Quem está no poder governa de acordo com os interesses. Assim foi e assim sempre será.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Nenhum prefeito gostaria que (essa crise que vem lá de fora) afetasse de maneira desastrosa a nossa economia. A classe média de Raul está preocupada:

Apesar de uma semana marcada pela desvalorização do real em relação ao dólar e por quedas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), "muitos economistas ainda acreditam que o Brasil vá sair relativamente ileso da crise financeira global" segundo o Financial Times. Quem diria: a classe média raul-soarense está batendo palmas para o Presidente Lula. Em outros tempos o Brasil já estaria quebradinho igual arroz de terceira.
O site do jornal traz, nesta quinta-feira, uma reportagem sobre os leilões realizados pelo Banco Central (BC) na quarta-feira para conter a desvalorização do real em meio ao que o Financial Times chama de "a onda mais forte de venda provocada por pânico em décadas" no Brasil. Segundo o jornal, até esta semana, grande parte da queda nos ativos brasileiros vinha sendo causada pela retirada de dinheiro do Brasil por investidores estrangeiros tentando cobrir perdas em outros mercados, mas, nos últimos dias, os investidores locais também se juntaram ao "êxodo". Você sabia que têm muitos raul-soareses que aplicam nas bolsas e como não poderia deixar de ser estão bastante preocupados com os rumos da economia no Brasil e nos outros paises.
O Financial Times diz, no entanto, que os bancos brasileiros não estão tão vulneráveis quanto os americanos ou europeus. Em uma reportagem intitulada 'Um real imaginário', o jornal afirma que o Banco Central conseguiu, com uma "intervenção direta oportuna", frear a tendência de queda. O jornal traz a notícia de que o índice da Bovespa terminou, na quarta-feira, cotado em 38.593 pontos básicos, e lembra que quando o Brasil alcançou a nota de grau de investimento das agências de classificação de risco, em maio, o índice se encontrava em 72 mil pontos.
Segundo o jornal, na conversa que teve com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na quarta-feira, o presidente americano, George W. Bush, "tentou tranqüilizar o presidente brasileiro, garantindo que o pacote de resgate de US$ 700 bilhões terá efeito em 20 dias."
_Será que vai ser o suficiente?...


quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Perdoa-me por me traíres... Essas são as brincadeiras sem graça para aliviar a dor da derrota...

O que seria de mim se não fossem os meus amigos, que fazem questão de me mandarem e-mail no mesmo instante que acabo de colocar uma crônica no meu blog - com algum ou com vários grandes ou pequenos erros... Parece que ficam de plantão disputando entre eles para ver quem vai me corrigir primeiro. Eu poderia dizer que até erro por querer só para a alegria deles, mas, quando erro é porque eu erro mesmo. Os mais atrevidos e ao mesmo tempo engraçados me chamam de burro e me mandam escrever no (word) que é o pai dos burros. Tiveram a cara de pau de me dizerem (também) que coloquei a foto dessa garota encalorada - somente para aumentar a audiência do blog... A sorte dos meus amigos é que gosto muito deles.
Ainda bem que os meus queridos leitores dizem - para não me desengraçar - que acabam achando muito mais graça nas minhas crônicas, quando estão com algum ou com alguns erros. Um entre eles é o amigo Itamar Socrátis que brevemente vai também estrear o seu tão esperado blog e, já está com uma crônica pronta sobre o ato de agredir a língua portuguesa, o título será "Perdoa-me por me traíres" fazendo uma paródia ao grande escritor Nelson Rodrigues.
_ Então vamos lá para o resumo da crônica: o calor raul-soarense está aumentando cada vez mais, e se continuar embalado e nesse ritmo, não vai demorar muito chegando por aqui, a tão esperada moda de andar todo mundo pelado com a mão no bolso. Alguns dos meus amigos estão torcendo para que, esse efeito estufa, aumente ainda mais, um muncadinho...
Essas são as brincadeiras sem graça para aliviar a dor da derrota...



segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Moradores dos distritos elegeram o Vicente.Quem mandou os prefeitos anteriores fazerem pouco pelo povão da roça. Mais uma vez os evangélicos e o povão

Como não poderia nunca deixar de ser: em política todos os dias aprendemos um
muncadinho... E os mais inteligentes têm certeza absoluta que mesmo se aprendendo muito, ainda mais se aprende... E como a política é um grande jogo, nenhuma partida consegue ser igual à outra. Pode ter certeza que todas as eleições em Raul Soares foram totalmente diferentes uma da outra. E essa eleição por sua vez foi a mais diferente das diferentes de todas...
Um experiente político raul-soarense que sempre prestou muito a atenção em todas as eleições - como ele expressa muito bem o seu pensamento merece ser sempre respeitado – e fez questão de dizer que todos os candidatos que sonham ser eleitos ou reeleitos deveriam usar mais o coração e muito menos usar a razão - parece óbvio - sabemos todos. A maioria dos eleitores vai pela emoção e pela esperança e que "as coisas boas" vão acontecer para aquele eleitor e sua família. Que esse papo que vai fazer uma administração transparente para a cidade, acaba não convencendo, porque esses eleitores têm certeza que isso e muito mais, são obrigações de todos os prefeitos. Para ganhar tem que convencer pelo individual primeiro, para depois vir o que pode fazer de bom pela cidade. Candidato nenhum ganharia essa eleição se não fosse dessa maneira. E na oposição nenhum dos candidatos, nesse momento, teria esse perfil para convencer a maioria.
Nessa surpreendente eleição a maioria dos eleitores não quis acreditar nas propostas da oposição e preferiram dar mais quatro anos para o Vicente. Imaginaram na concepção deles que se o prefeito que conseguiu fazer muito em quatro anos, em oito anos fará muito mais. Pela maioria - esse foi o principal motivo por terem optado por votarem pela reeleição.
No momento, não existe outra leitura.


sábado, 4 de outubro de 2008

Eu conheço eleitores que costumam chorar ou ficar rindo (sem parar) nos quatro anos do mandato. Perdendo ou ganhando: coma bonbons no velório....

Cena comum em velório é a seguinte: as pessoas reunidas em volta do morto, alguns choram, outros já choraram, e vem um gaiato e conta uma piada. Apesar de ser o momento mais triste da vida da família, mesmo os mais próximos do falecido são capazes de dar risada.
Não é porque a piada é fantástica. Muito menos por desrespeito ao momento. Rir no momento da dor é um mecanismo de defesa muito normal, explica os psiquiatras. "Rir é uma descarga da angústia que sentimos em um momento difícil. Há pessoas, consideradas muito nervosas que se defendem sorrindo", define. O mesmo pode acontecer com alguns candidatos que perderá a eleição.
Segundo os especialistas, frente a um clima pesado o cérebro tenta abrir uma brecha, rapidinho, na experiência que está sendo ruim e substituí-la por uma lembrança boa. Na verdade, fazemos isso a toda hora, porque a realidade costuma ser difícil - é o famoso rir para não chorar. Os psiquiatras lembram que substituir a verdade por uma ilusão de humor, para aliviar momentaneamente, não quer dizer que se perde a noção da realidade. "Isso também é uma técnica usada para se preparar adequadamente para lidar com a dor. É uma saída sadia e madura", define.
Portanto, dar uma gargalhada em meio depois que acabou de perder ou de ganhar a eleição, um momento de tensão ou até um velório é perfeitamente normal.
O certo é que, se por acaso você eleitor ganhando ou perdendo essa eleição dar uma crise de choro ou de gargalhada num período que passe de três dias, pode ter certeza, o seu caso será considerado grave. Eu conheço alguns eleitores e eleitoras que costumam chorar ou ficar rindo nos quatro anos do mandato.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Em Raul Soares como em qualquer outro lugar - na política os movimentos são (+ou-) como as nuvens - está sempre mudando e mudando.

Enquete:
Qual erro você mais comete quando quer ser conquistada ou conquistado por um bom candidato?
1-finge ser quem você não é para impressioná-lo.
2-procura esse candidato nos lugares errados.
3- ou quer que ele seja um falso salvador da pátria...
O sonho de muitos eleitores é encontrar um candidato honesto e de preferência competente e que, realmente, gosta de gostar das pessoas e que, também, de preferência saiba trabalhar em equipe e seja obrigatoriamente com idéias novas... Então vamos lá: o problema são as perguntas que insistem em aparecer como grandes obstáculos pelo caminho: "onde encontrar esse candidato?", " seria ele a pessoa certa para você votar nessa próxima eleição?", "por que, afinal, tem tanto medo de ser decepcionado?".
Se você está passando por essa fase de dúvidas, não se preocupe. Encontrar um candidato especial é um processo complicado, que exige perseverança e mais um montão de outras coisas imprescindíveis. E é justamente através das eleições que os eleitores serão obrigados a adquirir mais e mais experiência para não arrepender depois.
Por isso, não encare os fracassos como uma tragédia, mas, como um aprendizado. Se a relação não deu certo a experiência permitirá que você identifique e solucione o problema mais rapidamente. E vamos torcer por você eleitor - quem sabe dessa vez - não será decepcionado. Quatro anos demora muito e é muito prejuízo para o nosso município quando não é bem administrado. Se você eleitor acha que o Vicente merece mais quatro anos, obviamente, votará nele com certeza mas, se acha que não, a solução é votar no Laudácio.
Que seja vencedor realmente o melhor...



quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Em Raul Soares, quase todo mundo é técnico de futebol e ao mesmo tempo são cientistas políticos,e, às vezes,nas horas vagas,são, razoáveis marketeiros

Pode ter certeza que é o mais surpreendentemente entre todas as outras coisas: não fica de fora quase que ninguém, nem mesmo as pessoas consideradas aparentemente muito simples... Todos sem nenhuma exceção são capazes de discutir (tudo) em si tratando de política, às vezes, com muito humor... Vamos todos e porque não filosofar bonito sobre essa tão esperada eleição. Mais uma vez vamos usar sempre as palavras da moda - cada um fala como se estivesse discursando: a voz sempre empostada e os gestuais serão, como sempre, com muita fartura.
Tudo isso fica mais do que claro o tanto que a maioria gosta de política, uma verdadeira paixão municipal. A nossa cidade há muitos anos tem dado um show de democracia, e com certeza, tem servido de modelo para muitas cidades desse nosso brasilzão do nosso Deus. Há muitos anos que em Raul, na época de eleição, não se tem uma ocorrência policial de situação violenta a ponto de pegarmos em armas como muitas das cidades vizinhas. Os nossos políticos, e os simpatizantes, não são inimigos de morte como em muitas cidades aqui por perto.
E para a imprensa como não poderia deixar de ser é sempre bom... E o que acaba não deixando de faltar são às muitas e muitas notícias ( ainda bem)... Em grande parte das vezes o que atrapalha um pouco são os boateiros que nos obriga a ficar bastante antenados. Ao mesmo tempo não vamos deixar de fazer com bastante cuidado, uma boa filtragem dos fatos. Poderia ser melhor se não tivéssemos por aí uns marketeiros mais atrapalhados do que nunca e, ao invés de ajudarem o seu candidato acabam ajudando o adversário.
No momento esses entretantos já deixaram de ser interessantes a muito tempo. Ainda bem o que nos resta agora é esperar e torcer muito e, cada um fazer a sua parte em defesa do seu candidato. Todos nós de alguma maneira seremos responsáveis pela vitória dos futuros vereadores e do nosso futuro prefeito que, receberão a responsabilidade e o compromisso de governar essa nossa cidade da melhor maneira possível.
Os raul-soarenses estão com muita esperança e não poderia ser diferente.